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MÚSICOS SE REÚNEM EM SÃO PAULO EM PROL DO HAITI

Os ministros de louvor Paulo César Baruk, Thiago Grulha, Juliano Son e Samuel Mizrahy vão se apresentar no dia 3 de fevereiro, terça-feira, às 20h, em São Paulo. Os cantores se uniram em favor das vítimas do terremoto no Haíti ocorrido no dia 12 de janeiro.

A entrada será gratuíta, sendo que entre as pessoas presentes no evento, será levantada uma oferta voluntária, afim de ser enviada aos necessitados através dos orgãos responsáveis.

A chamada do evento fala sobre essa iniciativa: “Uma noite de comunhão e compaixão – venha fazer parte desse desafio social”.

Serviço

Som da Solidariedade

Data: 03/02/2010

Horário: 20h.

Local: Rua Domingos de Morais, 1.100 – Vila Mariana – São Paulo/SP.

Informações podem ser obtidas pelo  (11) 5579-3516  (11) 5579-3516  e por meio do site da Igreja Batista do Povo.

Fonte: Super Gospel

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KIRK FRANKLIN LANÇA CLIP E COORDENA RALIS PARA AJUDAR NOS ESFORÇOS DE SOCORRO AO HAITI

Na forma de e-mails, mensagens de texto e de boca em boca – era urgente: a espalhar a noticia sobre uma gravação ao vivo das maiores estrelas da indústria da música gospel, em resposta ao terremoto que atingiu o Haiti.

Kirk Franklin, decidiu agir, enquanto observa as imagens da catástrofe transmitidas pela CNN quarta-feira de seu hotel em Nashville. Na noite seguinte, ele subiu ao palco de uma vigília de oração, já prevendo encontrar com evangelhistas e profissionais da indústria fonográfica planejou fazer um apelo apaixonado para estes e para seus colegas artistas: participar da gravação de “Are You Listening: A Love Song for Haiti” com o objetivo de angariar fundos em prol das pessoas no Haiti que tão desesperadamente necessitam.

A resposta resposta da comunidade evangélica foi impressionante para o que Franklin tinha apelidado de “We Are the World”, mais de 150 participantes se apresentaram  rapidamente. BeBe & CeCe Winans, Yolanda Adams, Marvin Sapp, Natalie Grant, Donnie McClurkin, Mary Mary, Shirley Caesar, Jeremy Camp, Marvin Winans, Moss, Dorinda Clark-Cole, Karen Clark-Sheard, Kiki Sheard, Bishop Paul Morton, Donald Lawrence (como produtor) e Micah Stampley e James Fortune (como membros do coro).

Franklin contatou Don Jackson, para atuar como produtor executivo de The Stellar Awards, para solicitar que o GMC (Gospel Music Channel), que será premiering do The Stellar Awards em 28 de fevereiro, enviasse câmeras e equipes para capturar o evento histórico. GMC assim fez e está produzindo o vídeo da música oficial de “Are You Listening: A Love Song for Haiti”, que teve sua estréia mundial na sexta-feira, 22 janeiro, no mesmo dia houve o evento “Hope for Haiti ” com uma maratona de 8 horas buscando recursos para o país. O especial foi apresentado por Lisa Kimmey-Winans inserções exclusivas de Kirk Franklin

“Nós vemos estas pessoas como filhos de Deus”, disse Franklin. “Nós queremos fazer a nossa parte e eu só quero que as pessoas saibam que a comunidade evangélica pode responder a um desastre natural poderoso, e ela vai.”

Destaque especial para David Mann artista gospel e estrela de Meet the Browns que juntamente com sua esposa Tamela permaneceu no estúdio até 4:30 da manhã trabalhando na pista.

Fonte: Lisa Collins, editora sênior da música, GMC

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IGREJA ESCOROU TERRA APÓS ENXURRADA EM ILHA GRANDE

ILHA GRANDE

Por muito pouco uma tragédia como a do dia 1º na Enseada do Bananal não ocorreu em outra praia de Ilha Grande, a Vermelha. Lá, deslizamentos de terra e pedras atingiram 17 casas e uma igreja naquela madrugada. Apesar do cenário de devastação, todos os moradores conseguiram escapar. A maioria correu para perto do mar. Em toda Ilha Grande, foram contabilizados pelo menos 60 deslizamentos, segundo Jesi Batista dos Santos, de 52 anos, o Mão Branca, coordenador de Limpeza e Reparos na região.

A Praia Vermelha – um dos pontos de partida para expedições submarinas na ilha – é a penúltima antes da parte oceânica. Houve deslizamentos em cinco pontos. Eles ocorreram no mesmo horário em que houve a tragédia no Bananal, por volta das 3 horas. Um igreja da Assembleia de Deus, que ficou parcialmente destruída, escorou uma montanha de terra levada pela enxurrada, salvando pelo menos três casas.

“Deus usou a igreja como escudo”, disse Manoel José Tenório Pimenta, de 65 anos, que morava na casa em frente ao templo com a mulher, dois filhos, o genro e três netos. Na casa ao lado, também interditada pela Defesa Civil, estavam outro filho dele com a mulher e dois netos.

Com a avalanche, uma pedra de 20 metros de altura despencou do alto do morro sobre uma casa no canto esquerdo da praia. Pai, mãe, filha e um casal de amigos que passava o réveillon na casa haviam saído pouco antes, preocupados com a chuva forte e o risco de desabamento no local.

A destruição no entorno foi total. Até o curso de um riacho foi desviado pela montanha que veio abaixo, deixando uma cicatriz na mata. “Parecia um dominó”, contou o pescador Cláudio Neves Garcia, de 30 anos. Ele morava no topo do morro com a sua família, que está abrigada na Escola Municipal Ayrton Senna da Silva.

Garcia abandonou a casa correndo com a mãe, os sete irmãos, o filho de 6 anos e a namorada, a turista espanhola Cristina Costea, de 33, que está na praia há um mês. “Ouvimos os ruídos e saímos. Fomos para a praia e ficamos até o dia clarear. De manhã, vimos o efeito (do deslizamento).” Os desabrigados receberam da prefeitura colchões, comida, água, material de limpeza, gelo e velas. Até ontem à tarde, a ilha continuava sem luz, pelo quarto dia.

Benedito Brás de Oliveira, de 94 anos, teve sua casa destruída com a queda de uma barreira. Eram oito pessoas na residência. “Levantei quando começou um barulho forte e chamei meus netos. Foi um susto muito grande. Tenho pena, não queria sair da minha casa”, disse o pescador aposentado, que ganhou abrigo na Pousada Acaiá.

Cerca de 300 pessoas moram na Praia Vermelha. As pousadas estavam fechadas. Vizinha, a Praia Grande de Araçatiba teve sete casas interditadas. “Houve uma avalanche de desistências de turistas. A ilha como um todo sofreu uma debandada após a tragédia no Bananal”, disse o subprefeito de Ilha Grande, Paulo Bicalho.

Segundo o gestor público, a ilha, que tem cerca de 7 mil moradores, costumava receber 2,5 mil pessoas por dia na alta temporada (em dezembro, janeiro e fevereiro), que ficavam em média por três dias na área. Oficialmente, a única praia interditada para o turismo é a Enseada do Bananal. Bicalho avaliou que a maioria dos 60 deslizamentos é de que pequena proporção. “Temos um caso grave no Bananal, com vítimas; e outro sem vítimas, na Praia Vermelha.”

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